domingo, 24 de janeiro de 2010

POEMA "A MANOBRA P’RA LAÇADA"


Convivi com carvoeiros
Na função especializados
Maioria dos Amieiros
P’ras torgas endiabrados


Nem sempre despreocupados
Dependendo do local
Nalguns espaços vigiados
Por vezes corria mal


Nas uchas ou matagal
Torgas eram arrancadas
De forma vertiginal
A seguir carbonizadas

***

Muita cepa era furtada
E se o vento tramava
O fumo denunciava
Local certo da queimada
Gente da Junta avançava

***

POEMA DE: Ernesto Rosa

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